Correção das orelhas
Reposiciona as orelhas em harmonia com o rosto — cirurgia consagrada, indicada de crianças a partir dos 6 anos até a fase adulta.
Duração da cirurgia
1 a 2 horas
Anestesia
Local ou geral
Internação
Sem pernoite
Volta ao trabalho
Cerca de 7 dias
36
anos em face e pescoço
PhD
UNIFESP
CRM/DF
17358 · RQE 14081
Brasília
Ed. Medical Center
O procedimento
A otoplastia é a cirurgia que corrige o afastamento das orelhas em relação à cabeça — as chamadas popularmente de "orelhas de abano". Também trata deformidades estruturais, como a ausência das dobras naturais da orelha.
É uma das cirurgias faciais com maior impacto na autoestima, especialmente em crianças em idade escolar. Pode ser realizada com segurança a partir dos 6 anos, quando o desenvolvimento das orelhas já se completou.
Definitiva
Trabalha a cartilagem — recidiva é rara quando bem feita.
Invisível
A incisão fica atrás da orelha, oculta em qualquer ângulo.
Sem idade limite
Dos 6 anos à fase adulta, sem teto de idade.
Resumo
Médias observadas na prática do Dr. Leonardo. Os números do seu caso são definidos na avaliação.
Duração da cirurgia
1 a 2 horas
Para as duas orelhas, na maioria dos casos.
Anestesia
Local ou geral
Local com sedação em adultos; geral em crianças.
Internação
Sem pernoite
Em geral sem necessidade de internação prolongada.
Volta ao trabalho
Cerca de 7 dias
Crianças voltam à escola entre 7 e 10 dias.
Atividade física
30 a 60 dias
Esportes de contato são os últimos a serem liberados.
Resultado final
Imediato
O novo posicionamento aparece na hora; assenta em 2 meses.
Para quem
Tem as orelhas afastadas em relação à cabeça — as "orelhas de abano".
Tem pouca definição da anti-hélice, a dobra natural da orelha.
Tem a concha auricular muito profunda ou proeminente.
É criança a partir dos 6 anos, quando a orelha já completou o desenvolvimento.
Sofre ou sofreu com bullying escolar — indicação frequente e sensata.
É adulto e sempre adiou o procedimento — a idade não é limite.
A indicação definitiva é sempre individual e depende da avaliação médica presencial ou por teleconsulta.
Mande uma foto pelo WhatsApp e converse com o consultório sobre o momento certo.
Passo a passo
Da primeira conversa ao último retorno — o caminho completo, sem surpresas.
Consulta presencial ou por teleconsulta. O Dr. Leonardo mede o afastamento das orelhas, avalia a definição das dobras e a profundidade da concha — e define o que precisa ser remodelado em cada lado, já que assimetria é comum.
Exames laboratoriais e liberação anestésica. Em crianças, avaliação pediátrica prévia e uma conversa em linguagem acessível sobre o que vai acontecer.
Em ambiente hospitalar. Em adultos, geralmente sob anestesia local com sedação; em crianças, sob anestesia geral. A incisão é feita atrás da orelha e as cartilagens são remodeladas com técnica precisa, aproximando-as da cabeça e refinando as dobras naturais.
Em geral sem internação prolongada. Faixa protetora ao redor da cabeça em tempo integral nos primeiros dias, depois apenas para dormir por algumas semanas.
Todos os retornos do primeiro ano estão inclusos. Você recebe o WhatsApp pessoal do Dr. Leonardo para usar durante todo o período de recuperação.
Toda cirurgia em hospital acreditado
A técnica
Otoplastias feitas apenas com pontos de tração tendem a recidivar: com o tempo, a cartilagem tem memória e empurra a orelha de volta. O Dr. Leonardo trabalha remodelando a própria cartilagem, o que torna o resultado estável.
Remodelagem da cartilagem — e não apenas pontos de tração, que tendem a ceder com o tempo.
Definição da anti-hélice para recriar a dobra natural que costuma faltar.
Correção da assimetria entre os lados — quase sempre uma orelha é diferente da outra.
Incisão retroauricular na dobra natural com o couro cabeludo, invisível de qualquer ângulo.
Pós-operatório
O que esperar em cada fase — para você planejar sua vida com clareza.
Dias 1 a 3
Faixa ao redor da cabeça em tempo integral. Inchaço leve e sensação de pressão nas orelhas, controlados com medicação. Dor costuma ser mínima.
Dias 7 a 15
Crianças costumam voltar à escola nesta fase e adultos ao trabalho. A faixa passa a ser usada apenas para dormir, por algumas semanas.
2 a 4 semanas
Inchaço praticamente resolvido e o novo posicionamento já bem visível. Cuidado redobrado para não puxar ou dobrar a orelha ao vestir roupas.
30 a 60 dias
Liberação progressiva. Esportes de contato e atividades com risco de trauma na orelha são os últimos a serem autorizados.
Cerca de 2 meses
O posicionamento se estabiliza definitivamente. Recidivas são raras quando a cartilagem foi adequadamente trabalhada.
Compromisso Dr. Leonardo
12 meses de retornos inclusos
Todas as consultas pós-operatórias do primeiro ano fazem parte do pacote da cirurgia.
Contato direto com o cirurgião
Você recebe o WhatsApp pessoal do Dr. Leonardo para usar durante todo o primeiro ano.
Retoque sem honorários
Se um refinamento cirúrgico for necessário, os honorários da equipe cirúrgica não são cobrados novamente.
Sem rodeios
O que se ouve por aí
"Tem que esperar a criança ficar adulta."
Na prática
Não. A orelha completa o desenvolvimento por volta dos 6 anos, e essa costuma ser a idade ideal — antes da fase escolar em que o bullying costuma pesar mais. Esperar sem motivo prolonga um sofrimento evitável.
O que se ouve por aí
"Depois de adulto não vale mais a pena."
Na prática
Vale. Não existe idade limite. É comum atendermos pacientes com 40, 50, 60 anos que sempre se incomodaram e finalmente decidem resolver.
O que se ouve por aí
"A orelha volta a abanar depois de um tempo."
Na prática
Isso acontece em técnicas que usam apenas pontos de tração. Quando a cartilagem é remodelada de fato, a recidiva é rara.
O que se ouve por aí
"A cicatriz atrás da orelha fica marcada."
Na prática
Ela fica na dobra natural entre a orelha e o couro cabeludo — uma região que ninguém enxerga, nem com o cabelo preso.
Resultados reais
Cada rosto é único e nenhum resultado se repete. As imagens e depoimentos publicados são de pacientes reais que autorizaram a divulgação.
Dúvidas frequentes
A partir dos 6 anos, quando o desenvolvimento anatômico da orelha já se completou. Essa é a idade ideal para operar antes da entrada na fase escolar mais desafiadora — reduz muito o sofrimento com bullying.
Não. A otoplastia pode ser feita em adultos de qualquer idade que sempre se incomodaram e nunca operaram. É comum atendermos pacientes com 40, 50, 60 anos que finalmente decidem resolver essa questão.
Não. A incisão fica atrás da orelha, na dobra natural com o couro cabeludo — impossível de visualizar de qualquer ângulo após cicatrização.
Sim, quando a técnica utilizada trabalha adequadamente com a cartilagem. Recidivas (as orelhas "voltarem" a afastar) são raras quando a cirurgia é bem executada.
A dor costuma ser leve e bem controlada com a medicação prescrita. O maior desconforto relatado é a sensação de pressão da faixa protetora nos primeiros dias.
Nem sempre, mas é o mais comum. Mesmo quando só um lado incomoda, muitas vezes é preciso ajustar o outro para garantir simetria — isso é definido na avaliação.
Em geral entre 7 e 10 dias, já sem a faixa durante o dia. Educação física e esportes de contato ficam liberados só depois de 30 a 60 dias.
Não. A otoplastia atua apenas na cartilagem externa da orelha (o pavilhão auricular). Não há qualquer manipulação do canal auditivo ou das estruturas responsáveis pela audição.
Pronto para conversar?
Sem compromisso e sem pressa. Você sai da consulta sabendo exatamente o que é possível no seu caso.
01
A equipe responde, entende seu caso e apresenta os horários disponíveis.
02
Presencial em Brasília ou por teleconsulta, de onde você estiver.
03
Você recebe o planejamento completo e o orçamento detalhado pelo WhatsApp.
Aviso Legal de Salvaguarda
As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo e não substituem a consulta médica. Os prazos e números apresentados são médias e podem variar. Cada caso é único e os resultados variam conforme fatores individuais — genéticos, anatômicos, comportamentais e de cicatrização — não podendo ser garantidos. Nenhum conteúdo desta página tem caráter promocional, sensacionalista ou de comparação, em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023 e com o Código de Ética Médica. Responsável técnico: Dr. Leonardo Gomes — CRM/DF 17358 · RQE 14081.